Spring Framework com Annotations

E ai galera, tudo bem com vocês?

Passando para compartilhar meu ultimo post publicado no blog da MATERA Systems.

Publiquei um  Post há um tempo atrás, falando sobre como podemos usar os benefícios da Injeção de Dependências (DI) e Inversão de Controle (IoC) utilizando o Spring Framework no desenvolvimento de aplicações Java na plataforma SE.

Desta vez, meu novo post explica como utilizar o Spring Framework na plataforma SE sem a necessidade de utilização de arquivos xml para configuração, somente com annotations.

Quer saber como? Acesse o link e confira: Spring Framework com Annotations

Espero que gostem.

Me despeço por aqui e até a próxima.

TRABALHANDO COM JSE E SPRING FRAMEWORK

E ai galera,

Alguma vez já pensou em utilizar os Padrões de Injeção de Dependências e Inversão de Controle com Spring Framework em aplicações desenvolvidas com Java SE ?

Criei um mini tutorial explicando como fazer isso disponível neste link: Trabalhando com JSE e Spring Framework

O post foi publicado no blog da empresa onde trabalho atualmente à MATERA Systems e caso tenham curiosidade existem outros posts sobre os mais variados temas disponíveis lá, vale a pena conferir.

Espero que gostem.

Fico por aqui e até à próxima.

Spring Framework

Olá galera, algum tempo sem postar nada devido a correria neste final de ano na faculdade, Artigos e TCC, axo que sabem como é. Bom resolvi deixar aqui pra vocês um post de um Artigo que fiz para  13º Semana da Informática na Unipar Paranavaí, que é a universidade onde estou concluíndo minha graduação, onde minha orientadora é a Prof. Késsia R. C. Marchi sem dúvida uma das melhores professoras que tive durante minha graduação.  Bom o Spring é uma das ferramentas que utilizo no desenvolvimento do software para meu TCC. O que escrevi é pouco perto da capacidade que esta ferramenta possui, porém o artigo era de 5 pagina então tive que limitar e resumir bastante coisa. Mais espero que gostem. O artigo está disponivel no site do enveto denominado Seinpar onde existem diversos outros artigos do pessoal que está concluíndo a graduação e que são super interessantes. Vale a pena dar uma conferida.

AUMENTO DE PRODUTIVIDADE NO DESENVOLVIMENO DE APLICAÇÕES EM JAVA COM SPRING FRAMEWORK
Fernando S. Godói¹, Késsia R. C. Marchi¹
¹Universidade Paranaense (UNIPAR)
Paranavaí – PR – Brasil
fernandogodoy_18@msn.com, kessia@unipar.br

Resumo. Este artigo traz uma breve descrição do Spring Framework, apresentando sua estrutura e fazendo uma breve descrição dos padrões de Inversão de Controle e Injeção de Dependência, explicando quais benefícios estes padrões proporcionam no desenvolvimento de aplicações em Java. Será aplicado o Spring framework no desenvolvimento de uma aplicação em Java com uso dos padrões de Inversão de Controle e Injeção de Dependência.

1. Introdução
Atualmente o Java é uma linguagem utilizada universalmente, e este sucesso se deu devido ao poder que a linguagem possui possibilitando ao programador trabalhar tanto em baixo quanto em alto nível.
Com o passar dos anos o a linguagem teve uma grande evolução e seguindo este caminho surgiu o J2EE atualmente JEE, com foco em sistemas corporativos. Um dos problemas encontrados na JEE, é que a maior parte dos softwares criados atualmente é de pequeno porte, com isso a utilização de EJBs (Entreprise Java Beans) se tornou inviável devido ao alto nível de complexidade para à implementação. [Calçado 2008]
O Spring framework é uma tecnologia que surgiu para resolver o problema da complexidade encontrada nos EJBs, sendo um framework que implementa os padrões de Inversão de Controle e Injeção de Dependência, juntamente os Patterns de Setter Injection e Constructor Injection, além de prover técnicas de boa programação fornecendo um modelo unificado e simples de programação, isto o tornou um sucesso em meio à comunidade de programadores, sucesso este, foi tão grande que na versão mais nova do JEE, diversas melhorias foram criadas baseadas no Spring. [Calçado 2008; Pacheco 2007]
Este trabalho tem como foco falar sobre o Spring, fazendo uma breve abordagem sobre os padrões de Inversão de Controle e Injeção de Dependência que fizeram do Spring um sucesso junto à comunidade de programadores e utilizar o Spring framework em uma aplicação desenvolvida em Java observando os reais benefícios e facilidade que o Spring proporciona ao programador.

2. Spring
Atualmente mantido pela empresa Interface21, o Spring é um framework que trás diversos benefícios as aplicações, aumentando a produtividade no desenvolvimento de aplicações além de promover um grande aumento de performance em tempo de runtime, e facilitar o trabalho com testes unitários. [Schittini 2011]
O Spring Framework é composto por recursos organizados em cerca de 20 módulos, tais módulos podem ser implementados separadamente ou em conjunto com outros, isto permite ao Spring ser aplicado nos mais variados tipos de aplicações, sendo estas de qualquer porte. [Calçado 2008; Johson 2011]
O Spring implementa dois padrões de grande sucesso na comunidade de programadores que são de Inversão de Controle e Injeção de Dependência, provendo sempre das boas técnicas de programação, sendo estas, baixo acoplamento e alta coesão. Com sua arquitetura baseada em POJOs (Plain Old Java Object), o principal objetivo do Spring é tornar as tecnologias existentes atualmente no mercado fáceis de serem utilizadas.[ Calçado 2008; Schitini 2011]
O Spring possui outro recurso interessante que é o Lazy Inicialization, este recurso permite ao Spring que carregue apenas os Beans solicitados. Desta forma a aplicação ganha em desempenho, pois caso um Bean esteja declarado no Contexto do Spring e não esta sendo utilizado, este não será carregado, sendo carregado somente quando for necessário. [Pacheco 2007]

2.1 Estrutura
A figura 1, apresenta os módulos do Spring framework separadamente, cada um destes módulos pode ser implementado separadamente ou em conjunto com outros.
Figura 1 – Módulos do Spring. (Johson 2011)

2.1.1. Core Container
Neste módulo estão localizadas as funcionalidades padrões do Spring. Nele esta o BeanFactory, sendo este uma implementação do padrão Factory. Este módulo é responsável por aplicar a Inversão de Controle e Injeção de dependência na aplicação. [Balani 2005; Johson 2011]
Fornece também um avançado mecanismo de configuração capaz de gerenciar qualquer tipo de objeto. [Balani 2005; Johson 2011]
No Core Container, fica localizado Context, onde é encontrado o arquivo de configuração do Spring, um arquivo XML denominado ApplicationContext, nele também estão inclusos os serviços como JNDI, EJB, e-mail, validação, funcionalidades de agendamento, internacionalização, entre outros. [Balani 2005; Johson 2011]

2.1.2. Spring AOP e Instrumentation
Este módulo integra as funcionalidades da AOP (Aspect Oriented Programming), podendo esta ser implementada diretamente no Spring. Com isso, permite-se que o gerenciamento de transações passa a ser controlado pelo framework sem necessidade de componentes EJB, além de definição de Pointcuts e Methods Interceptors. [Balani 2005; Carvalho 2006]

2.1.3. Spring Data Acess/Integration
Este módulo implementa uma camada de abstração que possui uma hierarquia simplificada de tratamento erros de exceções lançadas pelo banco de dados, minimizando a quantidade do código criado para interação com banco de dados. [Balani 2005; Carvalho 2006]
Possui também o modulo ORM que implementa a conexão com frameworks para persistência facilitando o trabalho com estes. [Balani 2005; Carvalho 2006]
No módulo Transactions o Spring trata do gerenciamento de transações para classes que implementem interfaces especiais e para todos POJOs existentes na aplicação. [Schitini 2011]

2.1.4. Spring Web
Este módulo tem como base o módulo de contexto de aplicação, desta forma o Spring suportar a integração com o Jakarta Struts, além de facilitar a manipulação multi-parte, pedido e parâmetros de ligação entre objetos, possui também a inicialização do Container IOC (Inverse Of Control) usando Listeners e um arquivo de configuração Web Application Context. [Balani 2005; Johson 2011]
No Spring Servlet se localiza uma implementação do MVC (Model-View-Control) em um padrão altamente configurável por interfaces estratégicas, separando a regra de negócio de paginas Web. [Balani 2005; Johson 2001; Schitini 2011]

2.1.5. Spring Test
O Spring conta com o módulo de testes, dando suporte para o trabalho com componentes JUnit ou TestNG, além de suportar objetos Mock que simulam o comportamento de objetos reais da aplicação, permitindo que seu código seja testado isoladamente. [Johson 2011; Schitini 2011]

3. Inversão de Controle
Inversão de controle é o nome dado a um padrão onde a chamada de métodos que geralmente é efetuada pelo programador passa a ser invertida, ou seja, efetuada por um container ou outro componente que possa tomar o controle sobre a execução, é como se o programador delegasse esta tarefa a um terceiro. [Wikipédia 2008 ; Weissmann 2010]
No Spring os objetos existentes são considerados Beans, e o Container do Spring é que fica responsável por gerenciar os Beans existentes, geralmente estes possuem dependência entre si que são definidas através de meta-dados.[Calçado 2008]
O BeanFactory permite a recuperação de objetos pelo nome, além de gerenciar os relacionamentos entre objetos. Suporta dois modos de objetos, sendo um deles o Singleton que fornece uma instancia compartilhada, e o Prototype que assegura que cada objeto recuperado crie um objeto independente. [Balani 2005]

4. Injeção de Dependência
A Injeção de dependência é um padrão que se relaciona com a Inversão de Controle. É um padrão utilizado quando é necessário manter o baixo acoplamento entre objetos em um sistema. [Schitini 2011]
A forma mais comum de se obter referencia a um objeto é por instanciação direta, isto em Java é feito pelo operado new. O problema de quando se aplica esta forma é quando surge a necessidade de efetuar alterações em um objeto, este tipo de implementação viola o principio do baixo acoplamento entre os objetos. [Calçado 2008]
No conceito da Injeção de Dependência, as dependências não são declaradas na programação como no método tradicional, elas passam a ser injetadas diretamente pelo container, sendo o único trabalho necessário, efetuar a declaração das dependências em um arquivo de configuração.[Calçado 2008; Schitini 2011]
Com Injeção de dependência o código tende a ficar mais limpo, desacoplamento, mais eficaz uma vez que os objetos são fornecidos com suas dependências, tornando-se mais fácil a realização de testes quando as dependências são interfaces ou classes abstratas. [Johson 2011]
O Spring suporta dois tipos de injeção de dependência sendo Constructor Injection e Setter Injection. No Constructor Injection se utiliza do próprio construtor da classe para que se efetue a injeção, podendo este construtor ter quantos parâmetros forem necessários. Para que a injeção seja efetuada basta que o construtor seja anotado com uma annotation @Autowired. Já no Setter Injection, se declara as dependências em métodos Setters, devendo-se utilizar o padrão de nomenclatura correto, e sendo necessário efetuar algumas configurações, podendo ser por XML ou por código. O Setter Injection é o padrão que geralmente é adotado por desenvolvedores. [Fowler 2004; Pacheco 2007]

5. Metodologia
Para este trabalho foi realizada extensa revisão bibliográfica em materiais como livros, artigos e sites da Internet. O passo posterior foi utilizar o Spring framework no desenvolvimento de uma aplicação em Java, observado os reais benefícios que ele oferece ao programador e a aplicação.

6. Conclusão
A utilização de frameworks em projetos de desenvolvimento de softwares se torna uma prática bastante interessante, quando se pratica as boas técnicas de programação. O Spring é um framework com um potencial indiscutível, e sua aplicação em projetos impacta em alto ganho de produtividade, possui módulos bastante completos para desenvolvedores de aplicações, e permite ao programador dedicar-se à implementação da regra de negócio deixando que o Spring se encarregue do resto do trabalho.
Outro pronto interessante do Spring é que ele facilita a criação de teste, e a combinação do Spring com outros frameworks de gerencia de projeto traz benefícios visíveis à aplicação, deixando ela com um código limpo, facilitando manutenções e aumentando o nível de confiabilidade do software.

Referências
Balani, N. (2005) “Introduction to the Spring Framework”. <http://www.ibm.com/developerworks/web/library/wa-spring1/&gt; acesso em 21 de junho 2011.
Calçado, P. (2008) “Curso Spring Framework”. <http://blog.flexdev.com.br/wp-content/uploads/spring/apostila-spring.pdf&gt; acesso em 20 de maio 2011.
Carvalho, M. (2006) “Spring Framework Introdução”. <http://www.imasters.com.br/artigo/4497/java/spring_framework_introducao/&gt; acesso em 19 de junho 2011.
Fowler, M. (2004) “Inversion of Control Containers and the Dependency Injection Pattern”. <http://www.martinfowler.com/articles/injection.html&gt; acesso em 20 de julho 2011.
Johson, R. et Al (2011) “Spring Reference”. <http://static.springsource.org/spring/docs/3.1.x/spring-framework-reference/htmlsingle/spring-framework-reference.html&gt; acesso em 17 de julho de 2011.
Pacheco, D. (2007) “Spring Framework 2.0 para Desenvolvimento de Aplicações em Java”. <http://pt.scribd.com/doc/18517573/Spring-Framework-20-Diego-Pacheco&gt; acesso em 24 de julho 2011.
Schitini, I. et Al. (2011) “Spring Framework”. <http://kenai.com/projects/pos-sistemas-java-jf/sources/pos-java-ufjf-2009-2011/content/02-Daves/SpringFramework.doc?rev=48&gt; acesso em 04 de junho 2011.
Weissmann, L. H. (2010) “Injeção de Dependência com Spring Framework”. <http://www.itexto.net/devkico/?p=859&gt; acesso em 26/07/2011.
Wikipédia. (2008) “Inversão de Controle”. <http://pt.wikipedia.org/wiki/inversao_de_controle/&gt; acesso em 19 de junho 2011.

O Slide da apresentação está diponível no SlideShare neste Link: Slide Apresentação Seinpar

TCC – Ferramentas e Frameworks

Neste post estarei falando um pouco sobre as ferramentas e frameworks escolhidos para o desenvolvimento deste trabalho.

A princípio, na segunda etapa deste trabalho foi feito o levantamento de requisitos. Nesta etapa diversos requisitos não funcionais foram analisados, entre estes requisitos estão quais ferramentas deveriam ser utilizadas para o desenvolvimento deste software.

Por se tratar de um software para desktop em que uma pequena parte será desenvolvida para web, diversos nomes de ferramentas foram listados, sendo elas: IDEs, banco de dados, frameworks, ferramentas de modelagem entre outros.

De inicio, diversas delas chamam atenção de todo desenvolvedor por apresentar uma inteface bonita, parecer de fácil implementação ou até mesmo por que alguém falou muito bem de tal ferramenta. Como todo mundo sabe, nem tudo é o que parece ser, algumas vezes escolher uma ferramenta sem conhece-la pode se torna um problema e por isso existe o estudo de viabilidade.

No estudo de viabilidade estas ferramentas listadas precisam ser bem estudas, pois pode-se comprometer todo um projeto simplesmente por ter feito a escolha da ferramenta errada. Outro requisito que deve ser levado em consideração é a escolha de ferramentas que necessitam a aquisição de licenças para uso.

Atualmente no mercado podemos encontrar diversas ferramentas gratuitas, com um poder igual ou até mesmo superior ao de ferramentas pagas, oferecendo mais agilidade se aplicadas de maneira correta e na área certa. Com esta afirmação não estou defendendo que todos os projetos devam utilizar ferramentas gratuitas. Cada projeto possui suas características e em alguns casos é inevitável que seja necessária aquisição ferramentas especificas. A ideia é escolher a melhor ferramenta sendo ela paga ou gratuita, levando-se em consideração a complexidade do software que se esta desenvolvendo. Caso seja necessária uma ferramenta paga, de alguma forma alguém terá que pagar pela licença, portanto cuidado com este requisito, pois é necessário que se tenha uma atenção especial, se esta parte passa sem analise pode-se encarecer o projeto e o tornar inviável financeiramente.

Bom, se você nunca pensou em nada disso antes de um projeto espero ter levantado uma duvida. Neste caso, como escolher a melhor ferramenta?

Muitos requisitos devem ser levados em consideração, dentre eles, verifique se esta ferramenta possui fóruns ativos na internet, uma vez que em todo projeto chega-se a um momento em que se encontra um problema para a implementação de algum método, e é nestes fóruns que se vai encontrar a ajuda necessária para se solucionar tal problema. Verifique a quantidade de profissionais que utilizam a ferramenta e analise qual a opinião deles sobre tal ferramenta, e o principal, a que área aplicar e como aplicar o uso tal ferramenta no projeto. Pode-se perdem tempo analisando estas informações? Sim, porém é um tempo necessário, para que seu projeto seja bem executado e não tire suas horas de sono.

Para o meu projeto foram escolhidas algumas ferramentas que achei interessantes. Confesso que algumas delas ainda estou aprendendo como é seu funcionamento, e escolhi por motivos próprios por não se tratar de uma aplicação o comercial e sim de um trabalho de conclusão de curso. Neste caso testar algumas ferramentas e frameworks novos se torna interessante, uma vez que entre estas que escolhi,  existem algumas que estão em alta no mercado, e um profissional que esta se formando agora como eu, precisa de um conhecimento amplo para se preparar para o mercado de trabalho. Vou da uma breve descrição de algumas ferramentas que estarei utilizando neste projeto.

Ferramentas aplicadas neste projeto nas áreas Desktop e Web.

Apache Maven: Apache Maven ou simplesmente Maven esta atualmente na sua versão 3,  é uma ferramenta de automação de projetos em Java. Desenvolvido em cima da ferramenta Ant, o Maven se tornou uma ferramenta bastante utilizada por sua configuração serem mais simples, uma vez que sua configuração é baseada em XML. Por se tratar de uma ferramenta de automação de projeto, ele é quem descreve todo o processo de construção de um software. O Maven gerencia as dependências de um projeto, seus módulos e componentes e sequencia de construção através de uma estrutura conhecida como POM (Project Object Model).  Uma característica marcante do Maven é a possibilidade de trabalhar em rede onde seu núcleo pode baixar as dependências diretamente de um repositório.

Mais informações:  http://maven.apache.org/

Subverison: O Subversion é uma ferramenta de controle de versão, ou seja, ele gerencia arquivos e diretórios salvando todas as modificações feitas no projeto com o tempo. Com isso pode se recuperar versões mais antigas do projeto ou examinar o histórico de alterações. O Subversion pode funcionar em rede, com isso permite-se que varias pessoas trabalhem no mesmo projeto estando em computadores diferentes. Em grandes projetos ganha se em produtividade, pois e sempre que um profissional envolvido termine determinada tarefa, pode submetê-la e outro profissional que ao atualizar seu projeto estará com a versão atualiza em sua maquina.

Mais informações:  http://svnbook-pt-br.googlecode.com/svn/snapshots/1.4/svn.intro.whatis.html

Hibernate: O Hibernate é um framework para mapeamento objeto-relacional que tem como objetivo diminuir a complexidade entre programas Java que utilizam o modelo de programação orientada a objetos e banco de dados modelo objeto relacional.  Sua principal característica e transformar classes em Java em tabelas de banco de dados, além de gerar todo o SQL da aplicação liberando o programador desta tarefa.

Mais Informações: http://www.hibernate.org/

Ferramentas para Web:

Spring: Spring é um framework que trabalha com Inversão de Controle e Injeção de Dependência. Possui sua arquitetura baseada em POJOS (Plain Old Java Object) e oferece a eles a eles a possibilidade de alcançar coisas que somente eram possíveis com EJBs.  No Spring o container se encarrega de instanciar as classes e definir quais são suas dependências através de um arquivo de configuração no formato XML permitindo o baixo acoplamento entre classes.

Spring Security: O Spring Security trabalha com segurança baseada em roles. Com isso não é necessário chamar nenhum método para realizar autenticação ou autorização de acesso a usuários em um sistema. Com os roles definidos informamos a aplicação quais recursos podem ser acessados por um usuário que acessou uma área restrita.

Mais informações:  http://www.springsource.org/

JSF: Sobre o Java Server Faces (JSF) não falarei aqui para que o post não fique muito extenso. Fiz um post sobre JSF há algum tempo, então segue o link  Fernando Godoy – JSF.

PrimeFaces: O Primefaces é uma biblioteca de componentes de código aberto para JSF e citada por muitos como uma das melhores bibliotecas do mercado, possuindo cerca de 100 componentes.

Mais informações: http://www.primefaces.org/

Estas são as ferramenta mais interessantes e que estarei utilizando, dentre outras tenho o Astah, Ireport, DbDesigner, DbWrenchapp, PostGreSQL que será meu banco de dados e o NetBeans que será minha IDE.

Estas são algumas das ferramentas e frameworks escolhidas, postei junto com cada descrição o link que contem mais informações caso interesse a mais alguém. Não me aprofundei muito nas explicações para o post não ficar muito extenso, mais sem duvida vale a pena estudar cada uma delas.

Em breve estarei postando códigos e tutorias de configuração de cada uma das ferramentas listadas acima.

Espero que gostem e até o próximo.